Olá caros leitores! Como sabem o verão chegou e como tal
chegou a pior estação do ano que há. É que eu nem tenho problema com a estação
em si, tenho mais problemas com a pouca vergonha que se passa nas praias portuguesas. Eu passo a explicar em seguida.
Eu tenho medo de tubarões, logo estou a salvo, mas há uma
coisa que tenho medo nestas praias e é uma coisa que aumenta de ano para ano:
as gordas que usam fio dental. É que elas não têm o pingo de vergonha na cara, e não vêm que não têm corpo para usar esse género de coisas. Para exemplificar as
coisas flácidas que vão para a praia, compilei uma serie de imagens (3 imagens)
que demonstram a sua horripilidade:
a 1ª imagem:
a 2ª imagem:
A 3ª imagem:
Vá, se calhar estou a ser um bocado injusto, as duas primeiras
imagens não são tão feias como a última. Mas foi o que arranjei.
Só para verem como eu não gosto de ver essas coisas na praia,
preferia estar a ver o Boa Tarde da Conceição Lino durante vinte minutos.
Outra coisa que também não gosto nas praias é de ver lixo
enterrado na areia. No outro dia, só para verem o meu azar, tropecei no antigo
primeiro-ministro e logo a seguir no Miguel Sousa Tavares. Devem ter-me rogado
uma praga….
Na praia, também não gosto dos nadadores salvadores pois no
fundo são uns mariquinhas que quando a água está fria e não se querem molhar,
metem a bandeira vermelha.
Para juntar a estes defeitos já enunciados, também não gosto
da excessiva lotação das praias na época balnear. Não gosto porque, não há
lugar para estender a toalha e para conseguir é quase como garantir um bom
lugar nos concertos: é preciso passar a noite ao relento e fazer uma directa.
Nas praias também se faz sentir uma costa muito acidentada o
que mesmo assim em termos de comparação é melhorzinho que a cara de maior parte
raparigas que usam maquilhagem.
Para acabar gostava de dizer que nas praias nem tudo é mau
pois sempre se consegue ver algumas mulheres semi-nuas e poupa-se dinheiro na
compra da playboy da Rita Pereira. Por acaso só vi um bocado dessa edição e
posso dizer que o livro da Anita tinha imagens bem mais ousadas.
Bem, por hoje é tudo e até ao próximo post.
Beijinhos no calcanhar de Aquiles.
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